Wednesday, October 10, 2001

Estou aqui sentada pensando... Pensando e sentindo... E tentando
entender o que sinto... Um misto de tristeza e de dor... Meio que uma
saudade de não sei de que, uma falta de tudo e de nada.. Tanta
indefinição e eu tentando definir o indefinido...
Fico aqui a observar meus pensamentos, meus sentimentos, minhas emoções
e tudo me faz recobrar lembranças de coisas que nem sei como vivi.
Coisas que já são passado, mas que de tão vivas me parecem presentes.
Coisas que são parte da minha história sem, no entanto, serem
história...
Fico aqui quieta no silêncio de mim mesma buscando uma saída desse túnel
vazio, desse espaço repleto de ansiedade, e nesse silêncio ouço meu
coração trabalhando, ouço minha própria consciência se debatendo, ouço
minha mente rugindo... Todas essas sensações que só a mim são
perceptíveis, trazem-me o sabor amargo do arrependimento, da culpa por
ter pensado sem ter tentado, por ter esperado sem ter ido em busca, por
ter deixado acontecer ao invés de ter feito acontecer... Uma impotência
infinita assola-me o pensamento, solapando todas as minhas energias
interiores...
Tudo que me surge me parece vago, sem propósito, porque o propósito
maior me falta, falta-me o objetivo principal, falta-me a meta a ser
atingida... Ela ali está, bem à minha frente, tão ao meu alcance e, ao
mesmo tempo, tão distante, tão impossível, tão irreal... Tão
deliberadamente longe de mim, com medo de mim, de minha imagem...
Quero as pessoas ao me redor e sinto-me feliz enquanto as tenho por
perto, falando, andando, gesticulando.. No momento em que se retiram, no
entanto, caminhando para dentro de seus próprios mundos, sinto-me
desvanecer, sinto que meu próprio mundo dispersa-se com elas, indo em
busca de tudo e de nada, sem destino certo.
Talvez as pessoas não percebam minha angústia e talvez nem mesmo
desconfiem que ela existe e faça-se tão viva em meu interior... Talvez
eu mesma a esconda por trás de um sorriso aberto, por entre palavras
amigas, por debaixo de gestos simples e gentis... Mas ela ali permanece
como a querer me lembrar que dali a instantes terei que enfrentar-me
cara a cara novamente, olhar-me de frente, ver-me por dentro e fazer o
balanço de meu próprio conteúdo... O que adquiri hoje? O que perdi? O
que deixei de ganhar? O que desperdicei? O que deixei de conquistar? Que
aquisições ainda me faltam em meu estoque íntimo?
E fazendo o balanço emocional obrigatório de todos os dias, sinto medo
de mim mesma, pois percebo que posso destruir-me num único gesto, num
único piscar de olhos, numa única palavra. Percebo que posso desabar num
simples estalar de dedos, pois me falta a escora amiga pra me amparar no
momento do embate... Falta-me o apoio seguro do carinho amigo e terno,
da mão morna e leve que me pouse na alma, do beijo doce e suave que me
acaricie o coração... Falta-me a ternura da companhia incondicional,
falta-me a solidariedade do cúmplice irrestrito, falta-me, enfim, o aval
da alma que é gêmea sem ser irmã...
Nesse vazio de tantas abstrações do sentimento humano, sinto-me eu mesma
um pouco vazia, como que oca, sem poder fazer eco às mais belas
manifestações da virtude mundana. Sinto-me alheia a tudo o que é rotina
na vida do cotidiano, sinto-me marginal num mundo que, mesmo não me
marginalizando, deixa-me à margem de mim mesma, à espera do encontro
improvável, à espreita de um coração que passando me note e notando-me
por inteiro, completamente, no âmago, queira ficar ao meu lado, sinta a
necessidade de ter-me consigo, no pensamento, nos sentimentos e no tato,
pois tanto quanto sentimentos e pensamentos, eu sou sensações e emoções
esperando apenas a abertura para fluir francamente...
Escorro por entre minhas próprias visões e enquanto percorro um rio de
imagens e sons, percebo-me inerte apenas sorvendo minhas idéias, minhas
vontades, meus desejos e ideais, como se sonhando com eles eu pudesse
fazer com que as outras pessoas pudessem percebê-los e torná-los
realidade... Sei o que quero e talvez até saiba a quem quero, só não sei
onde encontrar o que quero, seja o que for.. Não sei onde buscar, onde
procurar, por onde vasculhar para encontrar o que me falta e que em
minha carência e ansiedade por mais uma chance, conheço como se fôssemos
velhos amigos... Amizade desconhecida, mas antiga... Amizade vaga, mas
tão clara em minha concepção.... Amizade de alma, de suspiro, de
arrepios e dores, as doces dores da satisfação... Amizade que se furta
ao meu contato, se esconde e se esquiva de minha intimidade, se isola na
omissão de si mesma com o pretexto de aos aos outros poupar...


Delírios & Devaneios



<body bgcolor="#CCCCCC" text="#000000"> <br /><font face="Georgia, Times New Roman, Times, serif" color="#000000" size="3">Estou <br />aqui sentada pensando... Pensando e sentindo... E tentando<br> <br />entender o que sinto... Um misto de tristeza e de dor... Meio que uma<br> <br />saudade de n&atilde;o sei de que, uma falta de tudo e de nada.. Tanta<br> <br />indefini&ccedil;&atilde;o e eu tentando definir o indefinido...<br> <br />Fico aqui a observar meus pensamentos, meus sentimentos, minhas emo&ccedil;&otilde;es<br> <br />e tudo me faz recobrar lembran&ccedil;as de coisas que nem sei como vivi.<br> <br />Coisas que j&aacute; s&atilde;o passado, mas que de t&atilde;o vivas me parecem <br />presentes.<br> <br />Coisas que s&atilde;o parte da minha hist&oacute;ria sem, no entanto, serem<br> <br />hist&oacute;ria...<br> <br />Fico aqui quieta no sil&ecirc;ncio de mim mesma buscando uma sa&iacute;da desse <br />t&uacute;nel<br> <br />vazio, desse espa&ccedil;o repleto de ansiedade, e nesse sil&ecirc;ncio ou&ccedil;o <br />meu<br> <br />cora&ccedil;&atilde;o trabalhando, ou&ccedil;o minha pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia <br />se debatendo, ou&ccedil;o<br> <br />minha mente rugindo... Todas essas sensa&ccedil;&otilde;es que s&oacute; a mim <br />s&atilde;o<br> <br />percept&iacute;veis, trazem-me o sabor amargo do arrependimento, da culpa por<br> <br />ter pensado sem ter tentado, por ter esperado sem ter ido em busca, por<br> <br />ter deixado acontecer ao inv&eacute;s de ter feito acontecer... Uma impot&ecirc;ncia<br> <br />infinita assola-me o pensamento, solapando todas as minhas energias<br> <br />interiores...<br> <br />Tudo que me surge me parece vago, sem prop&oacute;sito, porque o prop&oacute;sito<br> <br />maior me falta, falta-me o objetivo principal, falta-me a meta a ser<br> <br />atingida... Ela ali est&aacute;, bem &agrave; minha frente, t&atilde;o ao meu <br />alcance e, ao<br> <br />mesmo tempo, t&atilde;o distante, t&atilde;o imposs&iacute;vel, t&atilde;o irreal... <br />T&atilde;o<br> <br />deliberadamente longe de mim, com medo de mim, de minha imagem...<br> <br />Quero as pessoas ao me redor e sinto-me feliz enquanto as tenho por<br> <br />perto, falando, andando, gesticulando.. No momento em que se retiram, no<br> <br />entanto, caminhando para dentro de seus pr&oacute;prios mundos, sinto-me<br> <br />desvanecer, sinto que meu pr&oacute;prio mundo dispersa-se com elas, indo em<br> <br />busca de tudo e de nada, sem destino certo.<br> <br />Talvez as pessoas n&atilde;o percebam minha ang&uacute;stia e talvez nem mesmo<br> <br />desconfiem que ela existe e fa&ccedil;a-se t&atilde;o viva em meu interior... <br />Talvez<br> <br />eu mesma a esconda por tr&aacute;s de um sorriso aberto, por entre palavras<br> <br />amigas, por debaixo de gestos simples e gentis... Mas ela ali permanece<br> <br />como a querer me lembrar que dali a instantes terei que enfrentar-me<br> <br />cara a cara novamente, olhar-me de frente, ver-me por dentro e fazer o<br> <br />balan&ccedil;o de meu pr&oacute;prio conte&uacute;do... O que adquiri hoje? O <br />que perdi? O<br> <br />que deixei de ganhar? O que desperdicei? O que deixei de conquistar? Que<br> <br />aquisi&ccedil;&otilde;es ainda me faltam em meu estoque &iacute;ntimo?<br> <br />E fazendo o balan&ccedil;o emocional obrigat&oacute;rio de todos os dias, sinto <br />medo<br> <br />de mim mesma, pois percebo que posso destruir-me num &uacute;nico gesto, num<br> <br />&uacute;nico piscar de olhos, numa &uacute;nica palavra. Percebo que posso desabar <br />num<br> <br />simples estalar de dedos, pois me falta a escora amiga pra me amparar no<br> <br />momento do embate... Falta-me o apoio seguro do carinho amigo e terno,<br> <br />da m&atilde;o morna e leve que me pouse na alma, do beijo doce e suave que me<br> <br />acaricie o cora&ccedil;&atilde;o... Falta-me a ternura da companhia incondicional,<br> <br />falta-me a solidariedade do c&uacute;mplice irrestrito, falta-me, enfim, o aval<br> <br />da alma que &eacute; g&ecirc;mea sem ser irm&atilde;...<br> <br />Nesse vazio de tantas abstra&ccedil;&otilde;es do sentimento humano, sinto-me <br />eu mesma<br> <br />um pouco vazia, como que oca, sem poder fazer eco &agrave;s mais belas<br> <br />manifesta&ccedil;&otilde;es da virtude mundana. Sinto-me alheia a tudo o que &eacute; <br />rotina<br> <br />na vida do cotidiano, sinto-me marginal num mundo que, mesmo n&atilde;o me<br> <br />marginalizando, deixa-me &agrave; margem de mim mesma, &agrave; espera do encontro<br> <br />improv&aacute;vel, &agrave; espreita de um cora&ccedil;&atilde;o que passando <br />me note e notando-me<br> <br />por inteiro, completamente, no &acirc;mago, queira ficar ao meu lado, sinta a<br> <br />necessidade de ter-me consigo, no pensamento, nos sentimentos e no tato,<br> <br />pois tanto quanto sentimentos e pensamentos, eu sou sensa&ccedil;&otilde;es e <br />emo&ccedil;&otilde;es<br> <br />esperando apenas a abertura para fluir francamente...<br> <br />Escorro por entre minhas pr&oacute;prias vis&otilde;es e enquanto percorro um <br />rio de<br> <br />imagens e sons, percebo-me inerte apenas sorvendo minhas id&eacute;ias, minhas<br> <br />vontades, meus desejos e ideais, como se sonhando com eles eu pudesse<br> <br />fazer com que as outras pessoas pudessem perceb&ecirc;-los e torn&aacute;-los<br> <br />realidade... Sei o que quero e talvez at&eacute; saiba a quem quero, s&oacute; <br />n&atilde;o sei<br> <br />onde encontrar o que quero, seja o que for.. N&atilde;o sei onde buscar, onde<br> <br />procurar, por onde vasculhar para encontrar o que me falta e que em<br> <br />minha car&ecirc;ncia e ansiedade por mais uma chance, conhe&ccedil;o como se f&ocirc;ssemos<br> <br />velhos amigos... Amizade desconhecida, mas antiga... Amizade vaga, mas<br> <br />t&atilde;o clara em minha concep&ccedil;&atilde;o.... Amizade de alma, de suspiro, <br />de<br> <br />arrepios e dores, as doces dores da satisfa&ccedil;&atilde;o... Amizade que se <br />furta<br> <br />ao meu contato, se esconde e se esquiva de minha intimidade, se isola na<br> <br />omiss&atilde;o de si mesma com o pretexto de aos outros poupar...<br> <br /></font><font color="#000000" size="3"><b><font face="Georgia, Times New Roman, Times, serif"></font></b></font> <br /></body> <br /></html> <br /> </div> </div> <p class="post-footer"> <em>posted by Del�rios &amp; at <a class="post-footer-link" href="http://devaneiosmeus.blogspot.com/2001_10_07_archive.html#6249915" title="permanent link"> 6:14 PM </a></em> <span class="item-control blog-admin pid-904538527"><a style="border:none;" href="https://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=3170712&postID=6249915&from=pencil" title="Edit Post"><img class="icon-action" alt="" src="https://img2.blogblog.com/img/icon18_edit_allbkg.gif" height="18" width="18"></a></span> </p> </div> <!-- End .post --> <!-- Begin #comments --> <!-- End #comments --> <!-- Begin .post --> <div class="post"><a name="6249884"></a> <div class="post-body"> <div> <b> <br />Estou aqui sentada pensando... Pensando e sentindo... E tentando <br /> entender o que sinto... Um misto de tristeza e de dor... Meio que uma <br /> saudade de não sei de que, uma falta de tudo e de nada.. Tanta <br /> indefinição e eu tentando definir o indefinido... <br /> Fico aqui a observar meus pensamentos, meus sentimentos, minhas emoções <br /> e tudo me faz recobrar lembranças de coisas que nem sei como vivi. <br /> Coisas que já são passado, mas que de tão vivas me parecem presentes. <br /> Coisas que são parte da minha história sem, no entanto, serem <br /> história... <br /> Fico aqui quieta no silêncio de mim mesma buscando uma saída desse túnel <br /> vazio, desse espaço repleto de ansiedade, e nesse silêncio ouço meu <br /> coração trabalhando, ouço minha própria consciência se debatendo, ouço <br /> minha mente rugindo... Todas essas sensações que só a mim são <br /> perceptíveis, trazem-me o sabor amargo do arrependimento, da culpa por <br /> ter pensado sem ter tentado, por ter esperado sem ter ido em busca, por <br /> ter deixado acontecer ao invés de ter feito acontecer... Uma impotência <br /> infinita assola-me o pensamento, solapando todas as minhas energias <br /> interiores... <br /> Tudo que me surge me parece vago, sem propósito, porque o propósito <br /> maior me falta, falta-me o objetivo principal, falta-me a meta a ser <br /> atingida... Ela ali está, bem à minha frente, tão ao meu alcance e, ao <br /> mesmo tempo, tão distante, tão impossível, tão irreal... Tão <br /> deliberadamente longe de mim, com medo de mim, de minha imagem... <br /> Quero as pessoas ao me redor e sinto-me feliz enquanto as tenho por <br /> perto, falando, andando, gesticulando.. No momento em que se retiram, no <br /> entanto, caminhando para dentro de seus próprios mundos, sinto-me <br /> desvanecer, sinto que meu próprio mundo dispersa-se com elas, indo em <br /> busca de tudo e de nada, sem destino certo. <br /> Talvez as pessoas não percebam minha angústia e talvez nem mesmo <br /> desconfiem que ela existe e faça-se tão viva em meu interior... Talvez <br /> eu mesma a esconda por trás de um sorriso aberto, por entre palavras <br /> amigas, por debaixo de gestos simples e gentis... Mas ela ali permanece <br /> como a querer me lembrar que dali a instantes terei que enfrentar-me <br /> cara a cara novamente, olhar-me de frente, ver-me por dentro e fazer o <br /> balanço de meu próprio conteúdo... O que adquiri hoje? O que perdi? O <br /> que deixei de ganhar? O que desperdicei? O que deixei de conquistar? Que <br /> aquisições ainda me faltam em meu estoque íntimo? <br /> E fazendo o balanço emocional obrigatório de todos os dias, sinto medo <br /> de mim mesma, pois percebo que posso destruir-me num único gesto, num <br /> único piscar de olhos, numa única palavra. Percebo que posso desabar num <br /> simples estalar de dedos, pois me falta a escora amiga pra me amparar no <br /> momento do embate... Falta-me o apoio seguro do carinho amigo e terno, <br /> da mão morna e leve que me pouse na alma, do beijo doce e suave que me <br /> acaricie o coração... Falta-me a ternura da companhia incondicional, <br /> falta-me a solidariedade do cúmplice irrestrito, falta-me, enfim, o aval <br /> da alma que é gêmea sem ser irmã... <br /> Nesse vazio de tantas abstrações do sentimento humano, sinto-me eu mesma <br /> um pouco vazia, como que oca, sem poder fazer eco às mais belas <br /> manifestações da virtude mundana. Sinto-me alheia a tudo o que é rotina <br /> na vida do cotidiano, sinto-me marginal num mundo que, mesmo não me <br /> marginalizando, deixa-me à margem de mim mesma, à espera do encontro <br /> improvável, à espreita de um coração que passando me note e notando-me <br /> por inteiro, completamente, no âmago, queira ficar ao meu lado, sinta a <br /> necessidade de ter-me consigo, no pensamento, nos sentimentos e no tato, <br /> pois tanto quanto sentimentos e pensamentos, eu sou sensações e emoções <br /> esperando apenas a abertura para fluir francamente... <br /> Escorro por entre minhas próprias visões e enquanto percorro um rio de <br /> imagens e sons, percebo-me inerte apenas sorvendo minhas idéias, minhas <br /> vontades, meus desejos e ideais, como se sonhando com eles eu pudesse <br /> fazer com que as outras pessoas pudessem percebê-los e torná-los <br /> realidade... Sei o que quero e talvez até saiba a quem quero, só não sei <br /> onde encontrar o que quero, seja o que for.. Não sei onde buscar, onde <br /> procurar, por onde vasculhar para encontrar o que me falta e que em <br /> minha carência e ansiedade por mais uma chance, conheço como se fôssemos <br /> velhos amigos... Amizade desconhecida, mas antiga... Amizade vaga, mas <br /> tão clara em minha concepção.... Amizade de alma, de suspiro, de <br /> arrepios e dores, as doces dores da satisfação... Amizade que se furta <br /> ao meu contato, se esconde e se esquiva de minha intimidade, se isola na <br /> omissão de si mesma com o pretexto de aos aos outros poupar...</b> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> </div> </div> <p class="post-footer"> <em>posted by Del�rios &amp; at <a class="post-footer-link" href="http://devaneiosmeus.blogspot.com/2001_10_07_archive.html#6249884" title="permanent link"> 6:12 PM </a></em> <span class="item-control blog-admin pid-904538527"><a style="border:none;" href="https://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=3170712&postID=6249884&from=pencil" title="Edit Post"><img class="icon-action" alt="" src="https://img2.blogblog.com/img/icon18_edit_allbkg.gif" height="18" width="18"></a></span> </p> </div> <!-- End .post --> <!-- Begin #comments --> <!-- End #comments --> </div></div> <!-- End #main --> <!-- Begin #sidebar --> <div id="sidebar"><div id="sidebar2"> <!-- Begin #profile-container --> <div id="profile-container"><h2 class="sidebar-title">About Me</h2> <dl class="profile-datablock"> <dd class="profile-data"><strong>Name:</strong> <a rel="author" href="https://www.blogger.com/profile/15276653345887045412"> Del&#65533;rios &amp;amp; </a></dd> </dl> <p class="profile-link"><a rel="author" href="https://www.blogger.com/profile/15276653345887045412">View my complete profile</a></p></div> <!-- End #profile --> <h2 class="sidebar-title">Links</h2> <ul> <li><a href="http://news.google.com/">Google News</a></li> <li><a href="http://help.blogger.com/bin/answer.py?answer=41427">Edit-Me</a></li> <li><a href="http://help.blogger.com/bin/answer.py?answer=41427">Edit-Me</a></li> </ul> <h2 class="sidebar-title">Previous Posts</h2> <ul id="recently"> <li><a href="http://devaneiosmeus.blogspot.com/2001_10_07_archive.html#6249969">Estou aqui sentada pensando... 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